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26 de fevereiro de 2025

Emilia Pérez e Anora no Conclave


Combo Breaker Oscar 2025


Chegou aquela época do ano em que a gente deixa um pouco de lado os filmes de bonecos fazendo “piw piw” e assume a nossa persona de Rubens Ewald Filho para falar um pouco sobre FILMES QUE PRESTAM de verdade.

No Combo Breaker de hoje, vou destacar Emilia Pérez, Anora e Conclave, todos eles disputando com Ainda Estou Aqui o prêmio máximo do cinema no Oscar 2025.

Sigam-me os bons!

Emilia Pérez

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar


Dirigido pelo já polêmico Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”, de 2012) Emilia Pérez conta em forma de musical a história do chefe de cartel de drogas mexicano, Juan Manitas (Karla Sofía Gascón) que decide contratar uma advogada em evidência na mídia para que ela possa ajudá-lo a fazer a sua transição de gênero em sigilo. "Matando” assim a sua persona masculina para sempre.

Emilia Pérez
Jacques Audiard e o elenco de Emilia Pérez


No enredo, a advogada Rita Mora (Zoë Saldaña) acabou de ganhar uma causa onde conseguiu safar um criminoso da prisão quando ela é abordada por Manitas, que lhe oferece uma caralhada de dinheiro em troca dos seus serviços.

Em seu primeiro encontro para tratar sobre negócios, Rita fica cara a cara com o narcotraficante em seu esconderijo, e se sente tentada a ajudá-lo com o seu problema de falta de identificação de gênero, porque, afinal, ela é uma fodida que precisa muito da grana.

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar
Karla Sofía Gascón como "Manitas" e Zoë Saldaña


Nesse encontro, Rita também conhece a esposa de Manitas, Jessi (Selena Gomez), além dos dois filhos do casal, e isso faz com que ela repense momentaneamente em aceitar ou não a proposta do traficante. 

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar
Selena Gomez e sua fluência ZERO em espanhol


Embora isso não fique muito claro ao espectador num primeiro momento, Manitas não pretende voltar a ver a sua família após a sua redesignação sexual, dando também um “migué” em seus comandados e na sua vida criminosa. É por essa razão que Rita chega a pensar em desistir de ajudá-lo.

Por fim, ela aceita e foda-se! “Vou ficar milionária e a família do meu cliente que se lasque!

Logo após Rita concordar em conhecer algumas das clínicas que façam a cirurgia de transgenitalização de maneira discreta, vem uma das cenas mais constrangedoras que eu já assisti na minha vida. O momento em que a advogada visita uma clínica na Tailândia e que rola o musical que virou meme na internet de tão absurda!

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar


“Homem para mulher ou mulher para homem?”

“Homem para mulher”

“Então, pênis para vaginaaaa”

É sério. Fiquei imaginando alguém que passou por uma transgenitalização de verdade assistindo a essa sequência vergonhosa que trata com humor escrachado um assunto tão sério! 

E tudo isso com musiquinha e dancinha… como se o filme fosse editado por um adolescente no TikTok!

O filme em si tem muitos momentos embaraçosos e a listagem parece infindável quando paramos para pensar um segundo sobre o que estamos assistindo na tela. Para começar, a maneira estereotipada com que o diretor Jacques Audiard enxerga o México e a sua cultura. O francês chegou a visitar o país antes das filmagens, mas admitiu que a visão que ele tinha do México “não condizia com a realidade que ele encontrou lá” ao visitá-lo.

No final, ele mandou um foda-se ao que os mexicanos poderiam pensar a esse respeito e decidiu continuar até o fim com a sua representação preconceituosa sobre o que ele pensava ser o México — um lugar onde a criminalidade impera, com mariachis cantando no meio da rua, onde se faz pouco caso quanto aos desaparecidos mexicanos mortos pelo narcotráfico e onde as cidades têm um aspecto de mundo pós-apocalíptico de tão sujas e destruídas.

É como se um norte-americano tentasse fazer um episódio dos Simpsons sobre o Brasil sem nunca ter visitado o país e colocasse no desenho todos os seus preconceitos e estereótipos representados graficamente na tela, com macacos espalhados pela cidade, mulheres nuas andando nas ruas sacudindo os peitos e selva onde deveria haver prédios e asfalto.

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar


Já pensou se isso tivesse acontecido???

Em outra de suas falas polêmicas, Audiard ainda relacionou o idioma espanhol — falado em quase 80% do seu filme — com pobreza e depois pediu desculpas às pessoas que se sentiram ofendidas de alguma forma pelo seu filme.

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar
Declarações polêmicas de Jacques Audiard


É o famoso "foi mal, eu tava doidão"!

Para jogar de vez uma pá de merda sobre o filme, a própria atriz que interpreta a personagem título do filme acabou sendo desmascarada como sendo uma bela de uma racista ainda durante a campanha de premiações do longa. Em postagens antigas, a espanhola Karla Sofía Gascón destilou o seu veneno nas redes sociais contra negros, muçulmanos e outras minorias, esquecendo completamente que ela também faz parte de uma minoria, a das pessoas trans.

Emilia Pérez Combo Breaker Oscar
"... a sua religião [Islã] é incompatível com os valores ocidentais."


Em tempo, Emilia Pérez tem VARRIDO as premiações a que tem sido indicado desde o ano passado, e entre esses prêmios, levou, inclusive o Golden Globe de Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Atriz Coadjuvante (para Zoë Saldaña), Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Canção Original com “El Mal” na interpretação das próprias Zoë Saldaña e Karla Sofía Gascón.

Emilia Pérez concorre a 13 estatuetas do Oscar nesse ano e mesmo com o escândalo das declarações infelizes de Gascón e do show de estereótipos criado pelo diretor francês, o filme tem fortes chances de garantir pelo menos uma dessas estátuas, batendo de frente com “Ainda Estou Aquiem todas as categorias que o brasileiro também disputa.

Na internet, nem os próprios mexicanos “representados” no cinema pelo filme "tankaram" essa produção, e até a comunidade LGBT pareceu não ter ficado muito satisfeita com a maneira no mínimo desrespeitosa com que foi mostrada em tela.

Mas, sabe quem adorou o filme e que doido para premiar Emilia Pérez por “dar visibilidade à causa trans”? Os velhos da academia de cinema estadunidense que, na realidade, tão pouco se fodendo tanto para as pessoas trans quanto para os mexicanos! 

Anora

Anora Combo Breaker Oscar


Tirando Emilia Pérez, que já assisti tendo alguma noção do que se tratava a história do filme, esse ano eu tentei ver as produções que disputam o Oscar de Melhor Filme antes de me inteirar sobre as suas sinopses, ou mesmo dar uma conferida nos trailers.

A tragicomédia Anora foi um desses casos que assisti “no pelo”. Até antes de começar a projeção, eu não fazia a mais puta ideia do que se tratava o filme, mas acabei me surpreendendo muito positivamente com a produção que levou a Palma de Ouro em Cannes em 2024 — um dos prêmios mais prestigiados do cinema.

Na história, Ani — ou Anora, como ela realmente se chama — vivida pela atriz Mikey Madison, é uma jovem stripper do Brooklyn que, numa noite de sorte, é indicada por seu cafetão para entreter o filho de um oligarca russo na boate em que trabalha.

Anora Combo Breaker Oscar
Mikey Madison como a dançarina erótica Ani


Pela fluência de Ani no idioma do rapaz Ivan (Mark Eydelshteyn), a “dançarina erótica” acaba pegando simpatia por ele, o que mais tarde, após novos encontros — inclusive fora da boate — ocasiona um improvável romance entre os dois.

Anora Combo Breaker Oscar


Decidida a aceitar a sugestão de Ivan de se casar com ele para que o russo tenha direito à cidadania norte-americana — e fugir da intransigência de seus pais milionários —, Anora passa a viver uma história de Cinderela contemporânea por alguns dias. 

Anora


Em Las Vegas, o casal resolve consumar o relacionamento intempestivo e se casa de forma impulsiva. Quando a notícia do casamento chega à Rússia, o conto de fadas é rapidamente ameaçado: os pais do jovem partem para Nova York com a irredutível intenção de anular o matrimônio.

Anora Combo Breaker Oscar
Ivan e Ani


Ah, Rodman… o filme é só isso? Uma história de comédia romântica? Que bosta!

Aí é que está a graça do roteiro escrito e dirigido por Sean Baker (de Tangerine, 2015). Partindo desse plot super simples é que o filme começa a desenvolver uma história muito dinâmica e extremamente divertida enquanto os capangas armênios do pai de Ivan começam a se meter no casamento do casal, além de caçar o jovem russo por Nova York no momento em que ele decide sumir do mapa simplesmente para não ter que lidar com os mandos e desmandos dos pais autoritários.

Anora Combo Breaker Oscar


As interações de Anora com os atrapalhados empregados armênios são hilárias e é impossível ficar indiferente ao humor crescente que o filme vai nos apresentando a cada nova cena, e a cada nova encrenca a que a moça vai se metendo para não perder todo o luxo e a riqueza com que ela foi agraciada ao se casar com o moleque irresponsável.

Anora Combo Breaker Oscar


Aliás, entre as concorrentes de Fernanda Torres ao prêmio de Melhor Atriz do Oscar, Mikey Madison é uma das mais fortes de todas. Em cena, além das inúmeras tomadas de strip-tease e de sexo que ela protagoniza diante das câmeras, a jovem atriz de 25 anos — que despontou no sexto filme da franquia Pânico como a personagem Amber e que foi uma das hippies malucas do bando de Charles Mason em Era Uma Vez… Em Hollywood — dá um verdadeiro show de interpretação nas sequências cômicas, mas principalmente nas dramáticas, o que justificou o seu prêmio no Bafta de 2025 como Melhor Atriz — desbancando a favorita do público, Demi Moore de A Substância.

Anora Combo Breaker Oscar
Mikey Madison em "Pânico", "Era Uma Vez... Em Hollywood" e em "Anora"


Anora foi o filme mais divertido entre todos os que assisti a concorrer ao Oscar desse ano e o único que eu toparia rever futuramente.

Anora


O longa arrecadou mais de US$ 20 milhões de bilheteria e, além do prêmio de Melhor Atriz, disputa também o Oscar de Melhor Filme, Melhor Direção (para Sean Baker), Melhor Roteiro Original, Melhor Ator Coadjuvante (para Yura Borisov, que interpreta um dos principais capangas do sogro de Anora) e Melhor Montagem.

Anora Combo Breaker Oscar
O diretor Sean Baker e o ator Yura Borisov


Conclave

Conclave Combo Breaker Oscar


“Cardeal Bellini. Quem você indica para o paredão do Vaticano e o porquê em trinta segundos!”

Uma boa definição para quem ainda não viu Conclave e pretende assistir ao longa dirigido por Edward Berger (de Nada de Novo no Front de 2022, pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Filme Internacional) é que a história é um Big Brother de cardeais que se juntam para eleger o novo Papa.

Conclave Combo Breaker Oscar
O diretor de Conclave, Edward Berger


Aliás, a ironia da coisa em um filme que trata sobre esse assunto estar em voga exatamente na época em que o Papa vigente, Francisco, está sofrendo com problemas graves de saúde é uma puta campanha de marketing involuntária do Vaticano ao longa, não é?

Brincadeiras idiotas à parte, Conclave segue os passos do cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) do momento em que ele é obrigado a reunir um grupo de sacerdotes para eleger o sucessor do Papa que acabou de falecer até a escolha, de fato, do novo pontífice.

Conclave Combo Breaker Oscar
Ralph Fiennes como o cardeal Lawrence


Cercado por líderes do mundo todo nos corredores do Vaticano — incluindo um misterioso religioso mexicano —, Lawrence descobre uma trilha de segredos profundos que podem abalar a própria fundação da Igreja.

Nesse meio-tempo, é claro que rolam várias intrigas entre os sacerdotes durante a reunião do conclave — que é como é chamada a reunião geral para eleger um novo Papa —, bem como compra de votos, lavação de roupa suja sobre o passado de alguns deles e muito, muito golpe baixo.

Conclave Combo Breaker Oscar


Pra ser um BBB, só falta mesmo a apresentação do Tadeu Schmidt, porque o resto está todinho lá!

Apesar de ter feito pouco alarde “no mundo real” quanto ao plot twist final do longa, Conclave consegue subverter muito bem a expectativa do público até o desfecho da narrativa, tornando as sequências de contagem de votos e o suspense envolvendo quem será o novo Papa interessantes — mesmo parecendo de início que o enredo não vai sair da mesmice de roteiro que outros filmes envolvendo o Vaticano já construíram em Hollywood.

Conclave Combo Breaker Oscar
Carlos Diehz como o cardeal latino Benitez


Além de Fiennes que está cotado ao prêmio de Melhor Ator no Oscar 2025, o filme ainda conta no elenco com os excelentes Stanley Tucci (como o cardeal Bellini), John Lithgow (como cardeal Joseph) e Isabella Rossellini (como a irmã Agnes).  

Conclave Combo Breaker Oscar
Stanley Tucci, John Lithgow e Isabella Rossellini


Conclave está indicado a oito estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Isabella Rossellini), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Figurino e Melhor Montagem.

Conclave levou o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards desse ano e isso pode servir de termômetro para quem vai ganhar o Oscar de Melhor Filme em 2025. Nos últimos anos, o SAG anteviu a maioria dos filmes que acabaram saindo vitoriosos de dentro do Dolby Theatre em Hollywood.

Conclave
Conclave premiado pelo Screen Actors Guild


E, cá entre nós, entre todos os que disputam a estatueta mais cobiçada do Oscar, Conclave é o filme com “mais cara de Oscar” de todos!

A minha torcida é para Ainda Estou Aqui, por razões óbvias, mas se for para não ser clubista, quero muito que Anora leve o de Melhor Filme… até porque a Fernanda Torres vai levar o de Melhor Atriz COM CERTEZA!

Fernanda Torres totalmente oscarizada


Eu falei também sobre “A Substância” (que concorre a Melhor Filme) e “Divertida Mente 2” (Melhor Animação) no resumão dos filmes de 2024. Clica no banner aí e seja feliz.



NAMASTÊ!

28 de abril de 2021

A cara do Oscar 2021



A 93ª edição do Oscar foi celebrada no Union Station  (Los Angeles) em vez do tradicional Dolby Theatre devido a pandemia de Covid-19. Num lugar mais arejado, menos opulento e incrivelmente mais sem "gramur", a cerimônia foi mesmo a cara desses tempos desgraçados que estamos vivendo e fazer qualquer coisa estava sendo mais interessante do que assistir a transmissão. 

Sem um apresentador fixo como tem sido de praxe, a festa de premiação dos melhores do cinema contou com um palco principal apenas para que os vencedores fossem receber a estatueta e discursassem pelo tempo que quisessem. Apesar disso, não houve performances individuais para a apresentação de cada uma das 5 músicas que disputavam o prêmio de Melhor Canção Original e o final da celebração foi totalmente anticlimático ao premiarem Melhor Filme antes de Melhor Atriz e Melhor Ator

A equipe de "Nomadland" o grande campeão da noite


Como já é de costume, Frances McDormand — que levou o prêmio de Melhor Atriz — fez um discurso que levou alguns segundos, — visivelmente de saco-cheio como em 2018 na hora de agradecer a estatueta que levou por sua atuação em Três Anúncios para um Crime —, sumiu do palco e depois foi a vez do igualmente entediado Joaquin Phoenix entregar o prêmio de Melhor Ator para o ausente Anthony Hopkins — que levou por Meu Pai —, também notoriamente infeliz em estar ali.

McDormand em discurso e Anthony Hopkins


Em resumo: O Oscar não tem e nunca mais vai ter o mesmo impacto que tinha anteriormente quando a soberania norte-americana no cinema era explícita em cada agradecimento e discurso inflamado. Hoje em dia, os caras dividem as atenções com chineses, sul-coreanos, dinamarqueses — para infelicidade deles, não nossa! — e Hollywood parece ter perdido o tesão na coisa. 

"Maldita" diversificação, não é mesmo?

Provando que a coisa está mesmo feia, o filme mais premiado da noite foi Nomadland, que muitos críticos qualificaram como "lento, arrastado e insosso", mas que garantiu o primeiro Oscar para uma diretora chinesa no espetáculo — a segunda mulher a ganhar na categoria, tendo sido a primeira Kathryn Bigelow por Guerra ao Terror em 2010 —, elevando o nome de Chloé Zhao ao estrelato. Zhao, que estará por trás das câmeras de Os Eternos da Marvel, fez um discurso simples que falava sobre a bondade inerente nas pessoas e mostrou muita simpatia e serenidade ao receber a estatueta. 

Chloé Zhao


Além de Melhor Direção e Melhor Atriz, Nomadland também abocanhou o de Melhor Filme, desbancando Judas e o Messias Negro, Mank e O Som do Silêncio

Fiquei muito feliz pelos prêmios de Melhor Curta-Animado que foi para o lacrimejante e lindo Se Algo Acontecer... Te amo e o Melhor Curta-Metragem em Live-action que reconheceu a força por trás de Dois Estranhos. Soul da Disney/Pixar também confirmou seu favoritismo na categoria Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora e Mank saiu com dois prêmios técnicos embaixo do braço, o de Melhor Fotografia e o de Melhor Design de Produção

Se algo acontecer... Te amo e Dois Estranhos


As grandes decepções da noite ficaram por conta de Os 7 de Chicago, que não ganhou nenhuma categoria e Viola Davis, que merecia demais por sua atuação em A Voz Suprema do Blues, já que a Academia também não quis dar um prêmio póstumo a Chadwick Boseman pelo mesmo filme, como aconteceu no Golden Globes. Seja como for, Esquadrão Suicida vem aí... quem sabe ano que vem, Viola? 



Confira a lista completa dos vencedores abaixo:


Melhor filme

"Meu pai"

'"Judas e o messias negro"

"Mank"

"Minari"

"Nomadland"

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor atriz

Viola Davis - "A voz suprema do blues"

Andra Day - "Estados Unidos Vs Billie Holiday"

Vanessa Kirby - "Pieces of a woman"

Frances McDormand - "Nomadland"

Carey Mulligan - "Bela vingança"

 

Melhor ator

Riz Ahmed - "O som do silêncio"

Chadwick Boseman - "A voz suprema do blues"

Anthony Hopkins - "Meu pai"

Gary Oldman - "Mank"

Steve Yeun - "Minari"

 


Melhor direção

Thomas Vinterberg - "Druk - Mais uma rodada"

David Fincher - "Mank"

Lee Isaac Chung - "Minari"

Chloé Zhao - "Nomadland"

Emerald Fennell - "Bela vingança"

 

Melhor atriz coadjuvante

Maria Bakalova - "Borat: fita de cinema seguinte"

Glenn Close - "Era uma vez um sonho"

Olivia Colman - "Meu pai"

Amanda Seyfried - "Mank"

Youn Yuh-jung - "Minari"

 

Melhor ator coadjuvante

Sacha Baron Cohen - "Os 7 de Chicago"

Daniel Kaluuya - "Judas e o messias negro"

Leslie Odom Jr. - "Uma noite em Miami"

Paul Raci - "O som do silêncio"

Lakeith Stanfield - "Judas e o messias negro"

 

Melhor filme internacional

"Druk - Mais uma rodada" (Dinamarca)

"Shaonian de ni" (Hong Kong)

"Collective" (Romênia)

"O homem que vendeu sua pele" (Tunísia)

"Quo vadis, Aida?" (Bósnia e Herzegovina)

 

Melhor roteiro adaptado

"Borat: fita de cinema seguinte"

"Meu pai"

"Nomadland"

"Uma noite em Miami"

"O tigre branco"

 

Melhor roteiro original

"Judas e o Messias negro"

"Minari"

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor figurino

"Emma"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Mulan"

"Pinóquio"

 

Melhor trilha sonora

"Destacamento blood"

"Mank"

"Minari"

"Relatos do mundo"

"Soul"

 

Melhor animação

"Dois irmãos: Uma jornada fantástica"

"A caminho da lua"

"Shaun, o Carneiro: O Filme - A fazenda contra-ataca"

"Soul"

"Wolfwalkers"

 

Melhor curta de animação

"Burrow"

"Genius Loci"

"If anything happens I love you"

"Opera"

"Yes people"

 

Melhor curta-metragem em live action

"Feeling through"

"The letter room'"

"The present"

"Two distant strangers"

"White Eye"

 

Melhor documentário

"Collective"

"Crip camp"

"The mole agent"

"My octopus teacher"

"Time"

 

Melhor documentário de curta-metragem

"Collete"

"A concerto is a conversation"

"Do not split"

"Hunger ward"

"A love song for Natasha"

 

Melhor som

"Greyhound: Na mira do inimigo"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Soul"

"O som do silêncio"

 

Canção original

"Fight for you" - "Judas e o messias negro"

"Hear my voice" - "Os 7 de Chicago"

"Husa'vik" - "Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars"

"Io sì" - "Rosa e Momo"

"Speak now" - "Uma noite em Miami"

 

Maquiagem e cabelo

"Emma"

"Era uma vez um sonho"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Pinóquio"

 

Efeitos visuais

"Problemas monstruosos"

"O céu da meia-noite"

"Mulan"

"O grande Ivan"

"Tenet"


Melhor fotografia

"Judas e o messias negro"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Nomadland"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor edição

"Meu pai"

"Nomadland"

"Bela vingança"

"O som do silêncio"

"Os 7 de Chicago"

 

Melhor design de produção

"Meu pai"

"A voz suprema do blues"

"Mank"

"Relatos do mundo"

"Tenet"


O Blog do Rodman falou recentemente sobre as impressões de alguns dos indicados ao Oscar 2021. Só clicar nos banners abaixo para conferir. 






NAMASTE!

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