3 de janeiro de 2012

American Horror Story - Primeira Temporada


Em primeiro lugar é importante alertar aos desavisados que ainda não terminaram de ver a série, que esse post contém MUITOS SPOILERS, portanto, se você não quer saber detalhes que estragarão as surpresas dos últimos episódios, vá ler um livro.

Você que já viu todos os episódios, seja bem vindo!

American Horror Story é uma série norte-americana de Terror/Drama criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk (os mesmos criadores da série Glee) que te pega pelos colhões e arrasta para dentro da tela da TV sem querer te largar até o último episódio. A série causa momentos de tensão e medo quase que o tempo todo, e a sensação de estar vendo um longo filme de terror é satisfatória para quem, assim como eu, gosta de ser assustado ficcionalmente.
Inspirada em filmes de horror como O Iluminado e O Bebê de Rosemary, a ideia, segundo o próprio Falchuk, que também é o produtor da série, é "que as pessoas fiquem um pouco fora de equilíbrio depois de assistir a um episódio", e se todo esse clima obscuro atingiu as demais pessoas que viram a série assim como eu, creio que a missão dos criadores foi cumprida. Ao final de alguns episódios me peguei extremamente assustado, olhando para os lados dentro do quarto escuro esperando que alguma alma penada estivesse ali me fazendo companhia, mas felizmente não aconteceu. Sorte a minha!

O enredo conta a história da família Harmon, que se muda para Los Angeles em busca da tranquilidade que os membros não encontravam no antigo endereço. Atraído pela extravagância da casa que fora totalmente redecorada por um casal gay que morava nela anteriormente e em especial pelo preço relativamente baixo pelo qual ela é oferecida, Ben Harmon (Dylan McDermott) decide que ali é um bom lugar para reconstruir sua vida ao lado de Vivien (Connie Britton) e da filha Violet (Taissa Farmiga), o que mais tarde se mostra um terrível erro.
Meses antes Vivien sofreu um aborto espontâneo ao flagrar Ben na cama com uma de suas alunas, Hayden MacLaine (Kate Mara) e desde então o casamento de ambos começa a naufragar em desconfiança. Para piorar, a carreira do psicanalista também está em crise, bem como a de Vivien que é instrumentista, o que faz com que ambos decidam se dar uma segunda chance.
Na nova casa, o casal e a filha adolescente começam a perceber que a vizinhança não é das mais comuns, e logo conhecem Constance (Jessica Lange) ao terem um dos cômodos invadidos por Adelaide (Jamie Brewer), filha excepcional da mulher que surge repentinamente e alerta Vivien de que ela irá morrer.
Mais tarde Vivien recebe em seu portão a visita de Moira O'Hara (Frances Conroy) que alega ser a antiga governanta da casa e que se oferece para continuar trabalhando ali. Com certo trato, Moira consegue convencer Vivien de que ela necessita realmente de seus préstimos, e embora Ben tenha uma visão completamente diferente da mulher, vendo-a mais jovem e com um ar perigosamente sexy toda vez que a olha e que isso indique problemas, sua esposa decide contratá-la, e Moira passa a fazer parte do círculo de convivência.


Quando seus instintos mais primitivos passam a ser aflorados com a presença de Moira (vista por Ben na pele da atriz Alexandra Breckenridge) e ele começa a pensar que pode trair Vivien novamente, surge então Larry Harvey (Denis O'Hare), um homem com o rosto desfigurado que o alerta de que a casa é amaldiçoada e que coisas terríveis já aconteceram ali. Para impressionar Ben, Larry conta que assassinou a própria família (mulher e duas filhas) no interior da casa, porém a reação do atual dono da residência é contrária ao que ele espera, pedindo para que ele se afaste e não retorne para próximo dele e de sua família.
Aproveitando-se do fato de que a casa possui um amplo escritório, Ben começa a atender seus clientes de psicanálise em seu interior, e um desses clientes é o jovem Tate Langdon (Evan Peters), um rapaz com sérios desvios comportamentais que se mostra um psicopata em potencial que tenciona, muitas vezes, assassinar os próprios colegas de escola. Em uma de suas consultas ele conhece Violet, ao vê-la tentando cortar os pulsos após ser agredida por algumas meninas no colégio, e ambos começam a se relacionar, vendo o quanto têm em comum, desde gosto musical às tendências suicidas.
Mergulhada em seus conflitos internos (a traição de Ben, a frustração de Vivien e a solidão de Vivien) a família à princípio ignora a realidade daquela estranha casa que já fora palco para diversos casos de assassinatos e tragédias (ver linha do tempo mais abaixo), e enquantos eles vão sendo envolvidos por acontecimentos sem explicação tudo a sua volta parece conspirar para que sua vida seja arruinada, até ser tarde demais para todos eles.Após uma briga feroz entre Vivien e Ben sobre a traição dele, os dois parecem enfim conseguir se acertar e após um longo tempo em abstinência eles transam na sala da casa. Mais tarde, à noite, Vivien vê alguém entrar em seu quarto vestido com a roupa de borracha preta sadomasoquista que eles encontram por acaso no sótão e que pertencia aos antigos moradores da casa, o casal gay Chade (Zachary Quinto) e Patrick (Teddy Sears). Pensando ser Ben fazendo-lhe uma surpresa sexual, Vivien se entrega ao homem e eles transam. Naquele momento, no entanto, Ben está em transe próximo à lareira pronto a tocar fogo no próprio corpo, num estranho ataque de sonambulismo, e isso se mostra mais tarde, mais um dos efeitos que a casa exerce sobre seus moradores. O resultado posterior disso é que Vivien engravida num caso raro de gêmeos de pais diferentes.É o relacionamento de Violet e Tate, todavia, que começa a jogar uma luz sobre o passado obscuro da "casa dos horrores", e investigando por conta própria as mortes ocorridas e também com a ajuda da médium espiritual Billie Jean Howard (Sarah Paulson), a menina descobre que a casa é assombrada pelos espíritos de todas as pessoas que já foram mortas ali, e que por algum motivo não conseguem se desprender do lugar, procurando incessantemente acertar as contas com sua própria história em vão, enquanto a casa mantém suas almas aprisionadas.É importante notar que a série não nos entrega quem está vivo e quem está morto de bandeja. Tudo é explicado aos poucos, e o mais divertido de acompanhar American Horror Story foi se surpreender todas as vezes que descobríamos que um ou outro personagem já estava morto desde o começo da história. Vivien, Ben e Violet recebem a visita de diversas pessoas ao longo dos 12 episódios da série, e no começo de cada um dos capítulos nos é contado um dos vários assassinatos que já ocorreram na casa em ordem aleatória, não seguindo uma cronologia. Saber quem está vivo e quem é um espírito obsessor acaba sendo uma de nossas tarefas ao assistir a série, e muitos detalhes acabam passando despercebidos em um primeiro momento dado o número muito grande de fatos e acontecimentos que nos são jogados.

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Da construção da casa pelo cirurgião Charles Montgomery em 1922, passando por sua morte pelas mãos da própria esposa Nora em 1926 até o brutal assassinato do casal Chade e Patrick em 2010, muitas tragédias acabam ficando marcadas nas paredes do lugar, bem como nas pessoas envolvidas, e quem acaba pagando por erros passados é a família Harmon.Acompanhar as mortes, relacionar os fatos que de um modo ou de outro conduzem a narrativa da maioria dos episódios, e perceber o fio que conecta tudo isso na imensa rede que é American Horror Story é interessante, mas juro que fui surpreendido negativamente no episódio nº 10 ao descobrir que Violet já estava morta desde o episódio 6. Juro que fiquei puto depois que a comoção passou. "Como assim mataram uma das protagonistas?? E agora?"Ao descobrir que Tate foi o autor de uma série de assassinatos em uma biblioteca em Westfield, e que por essa mesma série de crimes ele acabou sendo executado em legítima defesa pela Polícia, a adolescente começou a ter a já tênue sanidade abalada. Dias antes ela e o rapaz haviam sido abordados por adolescentes que queriam que Tate pagasse por algo que não estava claro à princípio. Deformados, ensaguentados e maltrapilhos, os jovens insistiam em atacar o rapaz, enquanto Violet sem nada entender procurava defendê-lo.Ao pesquisar sobre o assunto mencionado por um dos jovens, Violet descobriu que os estudantes haviam sido vítimas de um massacre em Westfield organizado por Tate, um garoto-problema que crescera sem pai e que nunca tivera o apoio necessário da mãe Constance, uma atriz frustrada que sempre colocara a culpa de seu próprio fracasso nos outros. Irmão de Adelaide, a menina com Síndrome de Down e de Beauregard, uma criança com má formação que crescera para se tornar mais um problema para Constance, Tate acabou se tornando o jovem mentalmente instável que Ben procurava tratar em suas sessões de terapia, sem saber que o garoto já estava morto há mais de 16 anos.
Assim como Tate, Chade, Patrick, o Dr. Montgomery e sua esposa Nora que passava seus dias a lamentar a perda do filho ainda bebê, uma dupla de enfermeiras mortas em 1968 por um maníaco, a atriz decadente Elizabeth Short (Mena Suvari), o garoto deformado Beau, dois garotos gêmeos mortos no porão onde Montgomery fazia seus experimentos e a própria Moira jamais conseguem se livrar da casa, passando a vagar insistentemente por seus corredores e cômodos em busca de uma redenção que não virá.
A essas almas penadas juntam-se mais tarde Hayden, a amante de Ben que é morta com um golpe de pá por Larry e que é enterrada na mesma cova onde o corpo de Moira fora jogado, e o jovem amante de Constance Travis (Michael Graziadei), morto por Hayden posteriormente.
Indiferente se os personagens estão vivos ou mortos, a série nos faz acreditar que tudo permanece perfeitamente igual para os recém-desencarnados, inclusive sua capacidade de continuar interferindo na vida dos vivos, daí a dificuldade em perceber quem já passou dessa para uma melhor (ou pior) e quem ainda está por aqui. Em nenhum momento vemos uma névoa esbranquiçada ao redor dos personagens ou seres se desvanecendo do nada. Tudo é muito real, e ajuda a nos fazer crer que a morte, afinal, não é o fim de tudo. Dessa forma vemos o Dr. Montgomery esquartejar a bela Elizabeth Short, continuando assim suas experiências bizarras mesmo depois de morto, vemos Nora e Chade confabularem para raptar os bebês gêmeos que Vivien espera, e vemos também Hayden fazer aparições sinistras para Ben e Vivien dentro da casa (mesmo enterrada sob um gazebo no jardim) e fazendo com que todos pensem que a matriarca da família Harmon está enlouquecida.
Com Violet morta após se suicidar com uma alta dosagem de medicamentos sem que seus pais desconfiem (Tate some com o corpo da menina embora seu espírito continue na história) e Vivien enlouquecida pelas aparições assustadoras dos antigos moradores da casa, cabe a Ben tentar consertar as coisas, mesmo sem saber que já é tarde demais.

Embora já tenhamos visto abordagens parecidas nos próprios filmes citados como O Iluminado e o Bebê de Rosemary e também no caso dos Os Outros, que aliás foi o primeiro a me vir na mente, American Horror Story acerta em nos manter no suspense até o fim, quando é então inevitável que tenhamos algumas respostas. Com toda a família Harmon morta, no entanto (TAM, TAM, TAAAAMM!), me parece não haver um grande plot para uma segunda temporada, visto que o propósito de estarmos acompanhando a série é ver como os três irão se sair da investida maligna dos espíritos que rondam a casa. Confesso que, apesar da ótima execução de como os fatos se deram até a morte de Ben e Vivien, eu meio que perdi o tesão em acompanhar uma série que me parece querer se tornar uma espécie de Os Fantasmas se Divertem (filme de Tim Burton), porque foi o que me pareceu no último episódio. Segundo rumores a segunda temporada me parece que irá contar a história de outra família que se muda para o lugar, mas a meu ver não terá tanta graça, uma vez que já estamos afeiçoados aos personagens que estivemos acompanhando até aqui (sim, me apaixonei pela Violet, aquela gracinha!) e que instalar um outro grupo de personagens na casa e fazê-los passar por tudo de novo vai tornar a série um tanto quanto repetitiva.

Apesar do final meio decepcionante com a morte dos Harmon, posso dizer que foi divertido acompanhar American Horror Story até aqui, só espero que os produtores saibam o que estão fazendo e que aproveitem o plot criado no último instante com o filho de Vivien se mostrando ser o anticristo (segundo a profecia do Vaticano que fala sobre o filho de um espírito com uma humana) ao matar a sua babá e arrepiar a todos com a tão conhecida trilha The Whistle, o assovio de Elle Driver em Kill Bill.
Atuações

American Horror Story conta com um seleto time de atores pouco conhecidos do grande público, excetuando, claro, Jessica Lange, atriz de sucesso que inclusive já atuou em filmes de suspense como Cabo do Medo de Martin Scorsese.
Connie Britton antes de interpretar Vivien já havia participado de filmes como A Hora do Pesadelo (refilmagem de 2010) e Colapso no Ártico, filme de terror que estrelou ao lado de Ron Pearlman (o Hellboy), além de participar de alguns episódios da série 24 Horas. Seu talento para o drama e para cenas de terror parecem ter chamado a atenção dos produtores, uma vez que em sua carreira constam bastante filmes e séries de terror ou suspense.
Outro que é pouco conhecido fora da tela da TV é Dylan McDermott, que participou apenas de filmes poucos expressivos e com papeis pequenos como em Edison - Poder e Corrupção de 2005 e em O Júri de 2003, filme estrelado por John Cusack e Rachel Weisz. Em séries para TV Dylan é mais recorrente e chegou a protagonizar Big Shots e Dark Blue antes de encarnar Ben Harmon.


A lindinha Taissa Farmiga é praticamente uma estreante, e Violet é seu segundo papel importante, tendo feito apenas um filme em toda a carreira, o desconhecido no Brasil Higher Ground, dirigido por sua irmã mais velha Vera Farmiga. Vera, pra quem não lembra, é a moça que se reveza entre o Matt Damon e o Leonardo di Caprio em Os Infiltrados e também é a mãe zelosa do filme de terror A Orfã.
Mostrando que tem talento próprio (apesar do nepotismo em começo de carreira) Taissa consegue boas atuações passando da adolescente rebelde para a menina assustada pelos espíritos em AHS e nos convence na maioria das cenas.
Pra finalizar, o garoto
Evan Peters é um dos grandes destaques da série, aparecendo muito bem em cena todas as vezes que seu personagem Tate sofre algum surto e ele precisa se transformar em um psicopata, indiferente de seu amor por Violet. Seus berros alucinados e sua cara de psicótico parecem bem reais, o que coloca o garoto como uma das grandes surpresas do elenco, após fazer participações pequenas em filmes como Kick Ass (lembra dele?) e em várias séries como House, Ghost Whisperer e O Mentalista.
Vale também a menção ao excelente Denis O'Hare (o Russel Edgington da terceira temporada de True Blood) que interpreta sem medo de ser feliz o assustador e atormentado Larry, que em nome do amor que diz sentir por Constance (Jessica Lange) comete os mais terríveis crimes, e até se deixa prender por um crime que ele (pasmém) não cometeu. Diferente da lascividade homossexual de seu personagem na série dos vampiros, O'Hare consegue nos fazer sentir até mesmo pena de Larry, que embora seja um assassino, nos convence que todas as burradas que ele fez na vida (inclusive abandonar a esposa e as filhas) foram pelo amor de Constance.
Outra que assusta em seu papel de tão bem interpretado é Frances Conroy, a Moira mais velha. Em momentos de tensão e até comoção, Conroy nos transmite todo o sofrimento que a antiga criada dos Langdon passa desde que foi morta por Constance após ser assediada pelo marido da mulher. Por vezes ameaçadora, Moira nos faz torcer para que ela encontre logo o caminho de casa (do inferno, sei lá) e pare de perturbar o pobre Ben Harmon que a vê em toda sua gostosura na pele da deliciosa Alexandra Breckenridge.
Quem também executa um bom trabalho na série é o já conhecido Zachary Quinto, que todos devem se lembrar como o Sylar de Heroes e o Spock da nova série de filmes de Jornada nas Estrelas conduzida por J.J. Abrams. Depois de morto seu personagem Chade, ganhou um humor negro característico, e suas tiradas cheias de malícia e más intenções criaram um contraponto com o mau humor da personagem de Jessica Lange. Um dos melhores diálogos entre os dois acontece quando ambos se encontram com o mesmo objetivo, que é se apossar dos bebês de Vivien, e entre uma alfinetada ou outra sobre a orientação sexual dele, os dois travam uma divertida discussão sobre quem é mais apto a cuidar das crianças: Ele por ser gay ou ela que acabou criando um filho psicopata dentro de casa.

As expectativas caíram para a segunda temporada, mas estarei lá quando mais uma vez a série for televisionada pelo canal FX, só pela curiosidade mórbida.

NAMASTE!

13 comentários:

  1. Adorei seu blog. bem trabalhado e informativo. estou seguindo.

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  2. Depois das decepções como Terra Nova, Falling Skies e a segunda temporada do The Walking Dead e a nova do Two and a Half Men, esse seriado foi pra respirar um pouco aliviado no final do ano. Foi excelente, fabuloso várias vezes. Adorei acompanhar a série.

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  3. Só pra constar: a segunda temporada acontecerá em outro lugar, com outras pessoas/personagens. Alguns atores da primeira já estão confirmados,mas para fazerem personagens diferentes.

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  4. Achei a serie fraca e repetitiva. A ideia era b oa mas não souberam aproveitar. Uma mistura de lost com tema de terror (fraco).

    Anonimo: Terra nova foi melhor, Falling Skies é uma versão scifi de Walking dead (ambas sem conteudo alem de "olha outro alinen/zoombie!) A tempodrada atual de 2 1/2 Men é uma serie nova, mais fraca, vulgar e apelativa. Sem o humor da anterior.

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  5. Fala que de walking dead foi decepção ta de sacanageem né ?

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  6. lost q foi decepção... e grande! AHS eh fantastico!

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  7. Você esqueceu de mencionar um participação muito importante da atriz Connie Britton, como uma das protagonistas das 5 temporadas de Friday Nigth Ligths.

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  8. Só uma correção: a segunda temporada não consiste na continuação da história da família Harmon. Será uma história COMPLETAMENTE DIFERENTE. O cenário da casa já foi, inclusive, desmontado.
    O que é um pouco triste para nós que acompanhamos a primeira e já nos familiarizamos com o elenco. Porém, por outro lado, poderá ser uma história ainda melhor do que a primeira! Portanto, só nos resta esperar. Quem não sabia disso, aconselho que pesquise um pouco, pois não falei tudo sobre o assunto ainda, ok? Beijos! Espero ter esclarecido!

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  9. Obrigado pelos elogios ao post, pessoal.
    Concordo aí com quem falou que Terra Nova foi uma decepção só. Tinha um plot legal, mas a meu ver não emplacou. Nem vale um post sobre.
    Em breve falo aqui de The Walking Dead a segunda temporada.

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  10. Sobre a segunda temporada de AHS não ser mais centrada na família Harmon é uma pena, já que a gente acaba se apegando aos personagens originais. Se bem que não teria mais história para seguir com eles (SPOILER) mortos.

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  11. American Horror Story é uma das séries mais assustadora me deu, mas eu gostei muito, mais os personagens eo cenário já parecia grande.

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  12. Eu comecei a ler o texto, mas logo no começo desisti de continuar! Creio que existem alguns erros aqui no site ao contar a história.
    Um exemplo: A Vivian não perdeu o bebê ao encontrar o marido a traindo, ela perdeu o bebê antes e uma das justificativas do marido para a traição foi justamente essa! Eles estavam em um momento ruim devido a perda do bebê, e então ele a traiu!

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